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15/04/2012 – Deixe o cinto mais seguro

MANUTENÇÃO Se você perceber folga ou desgaste no cinto de segurança do seu veículo deve substituir o equipamento. Nunca consertar

Quem costuma verificar nível de óleo, calibrar os pneus e checar o sistema de freios deve se acostumar também a observar os cintos de segurança do carro. Isso mesmo. Esse equipamento faz o seu trabalho de maneira tão eficiente e silenciosa que quase o motorista não presta atenção nele. No entanto, os donos de carros precisam saber que eles têm prazo de validade, devem ser limpos regularmente e, se o veículo já se envolveu em algum acidente, devem ser revisados para garantir seu perfeito funcionamento e evitar surpresas desagradáveis em caso de colisões.
Mecânicos experientes dizem que não é recomendado consertar um cinto de segurança avariado. “Algumas capotarias ou mesmo oficinas oferecem o serviço de recuperação do sistema de enrolamento e auto-travamento dos cintos, mas como se trata de um item de segurança o melhor mesmo é não confiar e trocar por um novo”, afirma João Araújo, proprietário da Office Center, uma das principais oficinas mecânicas do Recife.
Segundo ele, a manutenção do equipamento é relativamente simples e o motorista pode identificar essas alterações sem precisar levar o carro a uma oficina. No caso dos cintos dianteiros, a recomendação é observar se existem folgas. O motorista deve ficar atento ao sistema e procurar saber se ele está travando perfeitamente. Se houver alguma folga, está na hora de trocar. Não existe reparo para o cinto de segurança.
Várias equipadoras vendem um modelo universal de cinto de segurança, que serve na maioria dos carros. O preço médio é de R$ 150. No entanto, o mais aconselhável, em caso de substituição, é optar por um cinto original comprado em autorizada.
Com o tempo de uso, é comum que a poeira se acumule na fenda dos atacadores da fivela. De acordo com João Araújo, é possível limpar o sistema sem abri-lo. O uso de um óleo fino em spray, tipo WD 40, é o mais indicado. O produto vai limpar e lubrificar a trava sem interferir em seu funcionamento.
O motorista não pode esquecer dos cintos traseiros. Nada de escondê-los embaixo do banco. Lembre a quem for utilizá-los da necessidade de ajustar o tamanho da cinta para que prendam o corpo com uma certa firmeza. Cintos de segurança frouxos não adiantam nada.
Uma regra de manutenção é que eles estejam limpos. A limpeza deve ser feita com um pano úmido em água e sabão. Jamais enrole o cinto úmido ou molhado, deixe-o secar esticado. Muitos usuários utilizam um tipo de prendedor para deixar o cinto, mesmo atacado, mais frouxo. Isso, além de perigoso, é proibido.
Para quem ainda duvida da eficiência dos cintos basta saber que em um veículo rodando a 80 quilômetros por hora, em caso de colisão, pode arremessar os passageiros com muita violência. Um adulto de 70 quilos que não esteja utilizando o cinto de segurança é projetado para frente com um peso equivalente a até cinco toneladas.
HISTÓRIA
Os cintos de segurança começaram a equipar os carros no final da década de 50. Nos anos 70 a indústria entendeu que os cintos de três pontos eram mais seguros por serem fixados em três lugares diferentes da carroceria. Além de prender pela cintura, também seguram o ocupante do veículo pelo peito, protegendo-o de ferimentos no tórax, coluna e cabeça.
Na década de 90, com a implantação do novo Código de Trânsito, o uso deste tipo de equipamento tornou-se obrigatório no Brasil.



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